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Entenda a diferença entre Geração Centralizada (GC) e Geração Distribuída (GD) de energia, e o papel da Aeon Security neste cenário

Neste blog, falaremos sobre duas abordagens distintas de geração de energia: a Geração Centralizada (GC) e a Geração Distribuída (GD). Confira!

A eletricidade é um pilar fundamental da sociedade moderna, alimentando nossas casas, empresas e indústrias. Neste blog, falaremos sobre duas abordagens distintas de geração de energia: a Geração Centralizada (GC) e a Geração Distribuída (GD). Além disso, exploraremos o papel vital desempenhado pela Aeon Security nesse cenário em constante evolução.

Diferença entre Geração Centralizada (GC) e Geração Distribuída (GD) 

Geração centralizada: o que é e como funciona 

A Geração Centralizada é o modelo tradicional de produção de eletricidade, onde usinas de grande escala, como hidrelétricas, termoelétricas e parques eólicos, concentram a produção de energia em um único local

Neste modelo, poucas unidades geradoras produzem eletricidade para muitas pessoas. A eletricidade é transmitida por meio de cabos de alta tensão até as redes de distribuição, que distribuem a energia para casas, lojas e outros estabelecimentos. 

Essas usinas de grande porte estão localizadas especialmente nos estados do Nordeste, Centro‐Oeste e Sudeste do Brasil, regiões que apresentam os maiores rendimentos médios anuais de geração solar fotovoltaica. 

As vantagens e desvantagens da geração centralizada (GC)

Devido à larga escala das usinas e ao poder de negociação na aquisição de equipamentos, uma das principais vantagens deste modelo está na redução de custos. 

Além disso, por serem usinas de larga escala, conseguem atender à uma demanda regional ou até mesmo nacional, e se instalar em áreas remotas, como desertos ou regiões rurais, que, muitas vezes, não são utilizadas. 

No entanto, a Geração Centralizada apresenta desvantagens. Por estarem em regiões mais afastadas, elas dependem de uma infraestrutura de transmissão robusta, o que pode ocasionar em perdas de energia durante o transporte e lentidão na resolução dos problemas. 

Mas, apesar das desvantagens, a geração centralizada ainda hoje é o modelo predominante no Brasil e em boa parte do mundo.  

Segundo o site GOV.BR, o crescimento da geração de energia centralizada em 2023 deve ser o maior já registrado no país, alcançando 10,3 GW. Essa é a maior expansão anual da capacidade instalada desde 1997. Este cenário coloca o Brasil, mais uma vez, como exemplo para o mundo na geração de energia limpa. 

Geração distribuída: o que é e como funciona 

Geração distribuída: o que é e como funciona 

A Geração Distribuída (GD), por sua vez, é um modelo mais recente, onde várias unidades geradoras de menor escala, frequentemente baseadas em fontes renováveis, como a energia solar, eólica e hídrica, produzem eletricidade perto dos locais de consumo.

Chamados de sistemas on-grid, os geradores ficam ligados à rede elétrica da distribuidora local. A GD é normalmente encontrada em áreas urbanas e integrada a telhados e coberturas de edifícios e casas. A sua viabilidade depende do custo da eletricidade convencional da distribuidora local e dos níveis de irradiação solar anual na região. 

Nos últimos anos, a geração distribuída cresceu consideravelmente devido ao desenvolvimento das usinas solares e à queda nos preços dos geradores solares fotovoltaicos. A extensão territorial e as condições climáticas do Brasil têm favorecido o crescimento da geração distribuída. Avanços tecnológicos e incentivos do poder público também têm tornado a geração distribuída cada vez mais atrativa. 

Segundo informações da Agência Brasil, a capacidade de Geração Distribuída (GD) atingiu no Brasil o volume de 23 gigawatts (GW), e a energia solar responde por mais de 98% do total. 

Conforme a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), o Brasil faz parte do grupo dos dez maiores produtores de energia solar do mundo. A previsão para este ano é um investimento do setor de cerca de R$ 38 bilhões e chegar até dezembro com 26GW de potência gerada.

Dados da ABGD indicam também que atualmente o país já tem mais de 3 milhões de unidades consumidoras (UC’s) que utilizam a geração própria de energia.  

As vantagens e desvantagens da geração distribuída (GD) 

Assim como a geração centralizada, um dos benefícios que mais chama a atenção neste modelo é a redução dos custos. Isso porque quando a geração de energia é superior ao consumo em dado momento, o excedente é injetado na rede e transformado em créditos que, depois, são utilizados para abater o que foi consumido. O resultado é uma economia de até 95% na conta de luz. 

Além disso, a geração distribuída é de suma importância para a transição energética do Brasil. A maior parte dessa geração é fotovoltaica, ou seja, fonte renovável com zero emissão de carbono. Dessa forma, é possível reduzir o impacto ambiental e ainda aliviar a sobrecarga nas redes de transmissão. 

Por outro lado, a GD requer o ajuste das estruturas geradoras de acordo com a demanda. E na modalidade on-grid, sempre que faltar energia na rede, o consumidor também será afetado pela queda. 

Protegemos GCs e GDs na Aeon Security 

Vemos que a escolha entre a geração centralizada (GC) e distribuída (GD) depende de vários fatores, como a demanda, o espaço disponível e os objetivos energéticos da região.  

A Aeon está na linha de frente da segurança perimetral de usinas de Geração Centralizada (GC) e Geração Distribuída (GD) de energia. 

Com nossas soluções de ponta, realizamos a proteção de toda a cobertura desses perímetros. Estamos presentes atualmente em 5 das 10 maiores usinas do Brasil. Esse cenário demonstra nosso compromisso em garantir com confiabilidade e inovação a segurança do setor de energia do país. 

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